Assuntos de Goiás TV

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Conselho Estadual de Educação tem nova sede e novo colegiado para 2018/ 2019 – Ética e Educação

Em um ano marcado por uma série de medidas em prol da Educação Pública, o governador Marconi Perillo entregou nesta segunda-feira, dia 18, a nova sede do Conselho Estadual de Educação (CEE) e empossou os novos integrantes do colegiado.

O CEE foi implantado no tradicional prédio do Colégio Estadual José Carlos de Almeida, um dos primeiros da capital, no Centro de Goiânia. 

O espaço foi completamente reformado por meio de Parceria Público-Privada e vai abrigar, a partir de agora, além do Conselho Estadual de Educação, o Conselho Estadual de Cultura e o Centro de Inovação de Capacitação de Professores.

Junto com os novos conselheiros para o biênio 2018/2019, assumiu a presidência do CEE o conselheiro Marcus Elias Moreira, que substitui Esther Carvalho, que comandou o órgão nos últimos dois anos.


Ao saudar os novos conselheiros, o governador, que estava acompanhado a primeira-dama Valéria Perillo, destacou a parceria com a Casa Cor, que permitiu a requalificação do espaço, que passa contar com infraestrutura completa para abriga os conselhos estaduais de Educação, Cultura e um centro para formação de professores.

“Continuamos trabalhando para fazer uma Educação Pública cada vez melhor. O trabalho pela Educação Pública e de qualidade não para. Essa nova sede vai auxiliar ainda mais o conselho em suas atividades para fiscalizar, acompanhar e melhorar a Educação em nosso Estado”, disse Marconi. 

“Hoje é um dia histórico”, disse Marconi, acrescentando que tem um sentimento de “missão cumprida”, ao entregar “três em um” – referindo-se aos novos espaços inaugurados hoje. 

O governador ressaltou ainda que as novas estruturas além proporcionarem maior comodidade aos servidores, é uma demonstração a importância que o Governo de Goiás dá à Educação e à Cultura no Estado. 

“Desejo muito sucesso os novos integrantes deste conselho, que são movidos por elevado espírito público”, afirmou.

Marconi também fez referência à preservação do patrimônio da art déco em Goiânia, evidenciado no prédio histórico do antigo Colégio José Carlos de Almeida. 

O novo espaço onde está abrigado o Conselho Estadual de Educação (CEE), destacou, foi concebido com a preocupação de requalificar o prédio histórico, preservando o projeto arquitetônico original.

No discurso de despedida, a ex-presidente Esther Carvalho assinalou que não bastam investimentos, é preciso que todo o capital humano seja devotado às causas da Educação, como é o governador Marconi Perillo. 

O novo presidente do Conselho Estadual de Educação, Marcus Elias Moreira, disse que fará uma gestão colegiada e que pretende incentivar a formação de professores. Citando o educador Anísio Teixeira, afirmou no discurso de posse que “Só existirá democracia no Brasil, no dia em que se montar no País a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a escola pública”, arrematou. 

Pacote para a Educação
O governador Marconi Perillo anunciou neste ano uma série de medidas em prol da educação. A mais recente foi a prorrogação da vigência do vale-alimentação concedido aos servidores da Educação para 31 de dezembro de 2018. 

O vale-alimentação foi instituído em junho deste ano como parte das medidas de valorização dos servidores, por meio do Goiás na Frente Educação, e tinha vigência inicial até 31 de dezembro deste ano.

As medidas são o maior conjunto de benefícios para a Educação já implantado pelo Governo do Estado. As medidas, foram anunciadas pelo governador Marconi Perillo em maio deste ano e aprovadas pela Assembleia Legislativa. 

Entre elas estão o reajuste de 7,64% aos professores efetivos do P-1 ao P-4, criação de uma gratificação que equipara a remuneração dos profissionais da ativa do quadro transitório ao dos professores do quadro permanente e autorização do concurso público para 1.000 vagas (900 para professores e 100 para administrativos). 

Por meio do Goiás na Frente Educação também foi criada a Gratificação por Dedicação em Período Integral (GDPI) para os professores que lecionam nas escolas de tempo integral e aprovado reajuste de 21% para os servidores administrativos e de 34% para os temporários. Os reajustes, a gratificação e o vale-alimentação começaram a ser pagos na folha do mês de junho.
 Fotos: Marco Monteiro

 Fonte: Conselho Estadual de Educação tem nova sede e novo colegiado para 2018-2019 | Goiás Agora

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Da série Reforma Trabalhista destruindo a Educação: O que as demissões da Estácio revelam sobre o setor – Ética e Educação




O grupo de ensino Estácio confirmou, em nota divulgada nesta terça-feira, que demitiu profissionais da área de ensino. Segundo revelou o jornal O Globo, a empresa vai demitir 1.200 professores num processo de reposição de quadros, em que serão contratados, segundo a companhia, o mesmo número de docentes. A demissão em massa é o mais…
via O que as demissões da Estácio revelam sobre o setor — EXAME

sábado, 2 de dezembro de 2017

Assuntos de Goiás: Convite especial para o Natal Solidário do Papai Noel Azul Ética, Educação e Solidariedade





Educação é o caminho para termos um futuro melhor pautado pela Ética. Os brasileirinhos de hoje vão ter que assumir o controle amanhã, e é fundamental que eles sejam encorajados e incentivados a ser Solidários, compartilhando com quem tem menos, não só o pão nosso de cada dia, mas também os valores que podem salvar o futuro deste país...

Se tiver disponibilidade venha gravar uma mensagem para o Natal Solidário do Papai Noel Azul - Ética, Educação e Solidariedade - Amanhã a partir das 10h na Praça de Esportes do Setor Pedro Ludovico. 
Estamos convocando toda galera para um salve geral...

Atenção Galera engajada nas boas causas, a hora é essa... Ética, Educação e Solidariedade... Não se faça de rogado, ainda dá tempo de mandar a letra, venha participar com a gente em favor do futuro do Brasil!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Júlio Paschoal apresenta projetos de sua autoria ao Senador Wilder Morais – É da Minha Conta

Numa agenda produtiva mostrando sua pretensão a deputado estadual pelo PSDB, o economista e professor Júlio Paschoal esteve acompanhando de seu pai ex-deputado Ênio Paschoal e do também ex-deputado Vicente Miguel, em encontro com o senador Wilder Morais (PP), na manhã do dia 28/09.
 

Na ocasião, o pré-candidato apresentou ao senador quatro projetos de sua autoria, sendo um para o setor da Educação, outro na área de Desenvolvimento Econômico, ambos para aplicação a nível nacional, e outros dois para serem aplicados no âmbito estadual, sendo eles o Trabalhando com Jovens e de Estágio para alunos de nível superior, a custo zero para os parceiros, que podem ser desenvolvidos através das Prefeituras, Câmaras ou Associações. 

O senador Wilder Morais elogiou os projetos de Júlio Paschoal, considerando-os de grande importância para a sociedade de Goiás e do país.
 [embed]https://www.facebook.com/924956747647117/photos/a.975437292599062.1073741829.924956747647117/1035780323231425/?type=3&theater[/embed]

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Um novo Modelo de Educação | Por Julio Paschoal – Eu Digo Sempre

As estruturas físicas sem bons profissionais pouco ou quase nada adiantam
Há cerca de vinte anos, quando foi aprovada a obrigação da destinação por parte dos Entes Federados de 25% da receita corrente à educação, como professor imaginei que tal fato iria mudar essa área no Brasil.

No entanto, com o passar dos anos percebi que os avanços na área de pesquisa, extensão, capacitação e valorização dos professores não ocorreram da forma imaginada por aqueles que desenharam a legislação e também por mim, enquanto professor, lidando diretamente com a questão educacional em nível superior.

Isso ocorreu por que o legislador ao aprovar a lei que determina o repasse desse porcentual a educação, não o delimitou a partir de um debate amplo com o setor educacional, liderado pelo Ministério da Educação e Cultura. 
Este órgão no meu entendimento se manteve distante dessa discussão, muito embora pela experiência de seus servidores de carreira pudesse dar uma enorme contribuição para que não chegássemos ao século XXI, com tantos problemas nessa área, inclusive de ordem infra-estrutural.

A questão cultural do político brasileiro acaba cegando-o para problemas decorrentes da não delimitação desses porcentuais, colocando-o como cúmplice desse estado de coisas que nos envergonham como o fato de grande parte das Instituições de Ensino Superior não obterem nota acima de dois, bem como as Escolas Estaduais e Municipais, obterem notas inexpressivas no Exame Nacional de Desempenho Escolar – ENADE. 
 O reflexo desses atos é que os responsáveis diretos por ditarem as diretrizes educacionais dão ênfase a investimentos em infraestrutura, construindo novos prédios, ampliando o número de salas de aulas, adquirindo móveis confortáveis, comprando computadores de última geração para a montagem de laboratórios, enfim, optam por questões que lhes permitem colocar uma placa, que em período eleitoral conta ponto para aqueles que provenientes do segmento educacional pretendem disputar um cargo eletivo. 
Uma pergunta poderia ser colocada: É errado investir em infraestrutura como os gestores educacionais fazem? A resposta é não, o errado é gastar mais de 80% dos recursos destinados para educação somente com investimentos em infraestrutura e 20% dividir com atividades inerentes a pesquisa, extensão, capacitação profissional e valorização salarial do professor. 
 As estruturas físicas sem bons profissionais pouco ou quase nada adiantam, vemos isso no Brasil, professores auxiliam na formação de todos os profissionais liberais, no entanto, recebem muito menos do que eles. O que é pior, para sobreviverem de forma digna nessa profissão, precisão trabalhar mais de quarenta horas semanais e ainda “fazer bicos”, o que lhes retiram a condição de melhor prepararem suas aulas, oferecendo aos alunos da rede pública, aulas de qualidade como na rede privada. 
 Nesse sentido não vejo outra saída senão atacar de frente o problema criado com a não delimitação de porcentuais dentro dos recursos constitucionais previamente estabelecidos. Como educador e pretenso pré postulante a uma cadeira na Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, tenho como um dos projetos, propor essa modificação primeiramente em nível de Estado e depois junto a um representante no Congresso Nacional, haja vista, que uma modificação dessa magnitude tende a promover resultados positivos no Brasil de maneira geral. 

O que não se pode é não fazer nada em relação a isso e continuar imaginando que com a metodologia atual, os resultados da educação esperados pelo legislador ao aprovar o projeto de lei e pelo Presidente da República a época ao sancionar, seriam capazes de mudar esse quadro caótico do processo educacional no país.

Na verdade, a melhoria do processo educacional no Brasil passa necessariamente pela implantação de um novo modelo, baseado na fixação pelos representantes legais de porcentuais no âmbito dos 25% que premie não só investimentos em infraestrutura, mas também, a pesquisa, a extensão, a capacitação continuada dos professores em todos os níveis da educação no país e por fim, mecanismos para melhorar substancialmente os salários dos professores. 
Assim ocorrendo, tenho certeza que estará se dando um grande passo para que de fato a educação no Brasil, acompanhe os grandes centros da economia mundial, como o presente na Alemanha, Japão, Estados Unidos, Inglaterra, China etc. Nações que tratam a educação como investimento e não como despesa.



JULIO PASCHOAL – Economista, Mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU - MG), Professor Titular da Cadeira de Macroeconomia da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e Servidor de Carreira do tribunal de Contas do Estado de Goiás.

Fonte: Um novo Modelo de Educação

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Supremo Tribunal Federal decide que Religiões podem ser promovidas em escolas públicas – Eu Digo Sempre



O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os professores de escolas públicas podem pregar suas crenças na sala de aula. Os ministros da Corte analisaram um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). 

Para a Procuradoria, o ensino religioso em escolas públicas só pode ser de "natureza não confessional". Ou seja, sem vinculação a uma religião especíca, com proibição de admissão de professores na qualidade de representantes das concessões religiosas. 

A ação foi impetrada pela Procuradoria para discutir dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação sobre ensino religioso nas escolas públicas. 

Fonte: Religiões podem ser promovidas em escolas públicas http://bit.ly/2hzS2jz #QuestãoBrasil 1

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Inovatec aproxima pesquisa acadêmica da iniciativa privada


A Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação – Inovatec Londrina reuniu estandes de universidade e centros de pesquisa com o objetivo de aproximar a pesquisa acadêmica da inciativa privada.

Pesquisas acadêmicas se aproximam das empresas 

Participação do setor privado nas pesquisas públicas, por anos vista como tabu dentro das universidade, deve ganhar força nos próximos anos 
 http://bit.ly/2wIKqC6 #QuestãoBrasil

Seguir por e-mail

Pesquisar este blog

Seguidores