Assuntos de Goiás TV

sábado, 30 de junho de 2012

Romário adora a confusão @Reinaldo_Cruz @Assuntosadegoias @QBTV2 @QB_7 @Cnn_br @R49_ @Goias_ec @BUG_SPL

Romário viu seu nome ganhar as manchetes nacionais e internacionais na última semana. Mas dessa vez era apenas um xará: Romarinho, de 21 anos, que ganhou notoriedade ao marcar duas vezes para o Corinthians no clássico com o Palmeiras e, três dias depois, garantir o empate contra o Boca Juniors, em La Bombonera, na primeira final da Libertadores.
"Tenho que parabenizar o garoto por esse brilhante início de carreira, marcando gols contra dois grandes rivais. Tem que ver como uma esperança para o futuro do futebol brasileiro. Que ele continue do jeito que vem fazendo. Aproveite as oportunidades, ele é um garoto muito jovem, que ainda tem muito que aprender. Desejo boa sorte", disse Romário.
O jovem atacante inclusive foi confundido com o filho do deputado federal por um jornal português e outro argentino. Apesar dos elogios ao corintiano, Romário não o vê como seu sucessor. "O cara sou eu. E o carinha é o Romarinho, meu filho", disse citando o jogador da base do Vasco e que fará testes no Barcelona B em breve.
Com passagens marcantes por Vasco e Flamengo, o ex-atacante deixa a rivalidade de lado e garante torcida pelo Corinthians no jogo da próxima quarta-feira, no Pacaembu, que pode garantir o primeiro título do torneio continental ao clube paulista.
"Vou torcer pelo Corinthians por dois motivos: Primeiro porque tenho muito respeito pelo clube e sempre gostei da torcida deles. Segundo porque é contra um time da Argentina e temos de ganhar deles em tudo. Acredito que o Corinthians vai conquistar esse título inédito", apostou Romário.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Aprovada cassação de Demóstenes @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @R49_ @QBTV2 @QB_7 @Cnn_Br @Goias_ec

O Conselho de Ética do Senado aprovou na noite desta segunda-feira (25), por unanimidade (15 votos a favor e 0 contra), relatório que pede a cassação do mandato do senador Demóstenes Torres pelo elo com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Para se efetivar, a perda de mandato ainda precisa passar por análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois ser votada no plenário da Casa, onde o voto é secreto.

A maioria dos integrantes do colegiado seguiu o entendimento do relator, Humberto Costa (PT-PE), para quem Demóstenes quebrou o decoro e usou o mandato parlamentar para tentar beneficiar o contraventor, preso no fim de fevereiro na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que já esperava o resultado. Fizemos exatamente esse pedido, tendo em vista o que aconteceu. O correto é que fosse ao plenário. Conversando com o senador, ele concordava com a tese de que o plenário é quem tinha que decidir, afirmou. Ele disse ainda ter a expectativa de que os senador terá inocentado em plenário.

No parecer, de 79 páginas e lido em aproximadamente três horas, Costa disse que o mandato de Demóstenes foi corrompido. Afirmo, sem tergiversar, que o senador Demóstenes Torres teve um comportamento incompatível com o decoro parlamentar: percebeu vantagens indevidas e praticou irregularidades graves no desempenho do mandato, disse o relator.

O relator elencou atividades parlamentares de Demóstenes que, segundo ele, mostram uma atuação em prol da legalização de jogos. É de se concluir que a vida política do senador Demóstenes, desde 1999, gravita em torno dos interesses de Carlinhos Cachoeira no ramo de jogos de azar, disse.

Ele também disse que Demóstenes mentiu ao afirmar que não sabia das atividades ilícitas de Carlinhos Cachoeira. É simplesmente inacreditável que o representado [Demóstenes], considerados todos esses prolegômenos, venha sustentar que ignorava tudo sobre os afazeres ocultos de Cachoeira, que tenha respondido que não sabia que Cachoeira era contraventor, disse ainda o relator.

Além de Humberto Costa, votaram a favor da cassação os senadores do PMDB Eunício Oliveira (CE), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Sérgio Souza (PR) e Vital do Rêgo (PB); do PT, Wellington Dias (PI) e José Pimentel (CE); do PSDB, Mário Couto (PA) e Cyro Miranda (GO); além de Gim Argello (PTB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Vicentinho Alves (PR-TO), Ciro Nogueira (PP-PI) e Acyr Gurgacz (PDT-RO).

Defesa
Na sessão, o advogado de Demóstenes disse que o senador foi alvo de um massacre e de vazamento criminoso das gravações da PF que apontaram uma ligação entre o parlamentar. Os vazamentos foram um massacre à pessoa de um senador. [...] O vazamento foi criminoso, covarde e foi direcionado, disse Kakay durante o tempo que teve para defender o senador.

Kakay reconheceu que o julgamento no Conselho de Ética é político, mas lembrou que questionou no Supremo Tribunal Federal (STF) a legalidade das escutas da PF. Ele argumenta que, como tem foro privilegiado, a escuta deveria ter sido autorizada no STF e não pela primeira instância da Justiça Federal, como ocorreu.

Esse julgamento é político. A decisão é política. Vossas excelências não têm nem mesmo que fundamentar seu voto. Mas o processo há que seguir a Constituição, a resolução.

O advogado de Demóstenes ainda desafiou os membros do Conselho a aprovar algum tipo de sanção ao senador -- que vai de advertência à cassão. Ele pediu que o processo disciplinar que apura as relações do bicheiro com o senador vá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e que, em seguida, seja votado pelos senadores no plenário.

O senador quer ser julgado pela totalidade do Senado federal. Sendo ele um senador eleito de forma absolutamente consagradora em seu estado. [...] O senador entende que deve ir ao plenário. A defesa técnica pede que vossas senhorias encaminhem o processo para o plenário, para que ele decida a sorte desse senador da República.

Voto secreto
Após a apresentação do relatório, o senador Mário Couto (PSDB-PA) criticou a fala do advogado de Demóstenes, que pediu que o caso Demóstenes seja encaminhado para o plenário do Senado, onde a votação do processo será secreta. Ele defendeu o voto aberto.

Jamais vi na minha vida uma defesa pedir a condenação. O que é isso? O que estamos vendo? A defesa pedir a condenação da pessoa que defende. Peço meu desligamento antecipado desse Conselho de Ética se o plenário do Senado inocentar o senador Demóstenes Torres com todas as provas. Traga o caixão do Senado Federal, enterre o Senado Federal. Sepulte de uma vez.

O último senador a ter a cassação aprovada pelo Conselho de Ética foi Renan Calheiros (PMDB-AL), em 2007, após acusação de ter recebido recursos de uma construtora para pagar despesas pessoais da jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha. O plenário do Senado, no entanto, rejeitou a cassação.


domingo, 24 de junho de 2012

Alonso leva F1 ao delírio @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @R49_ @QBTV2 @QB_7 @Cnn_Br @BUG_SPL @Goias_ec

O espanhol Fernando Alonso brilhou em Valência. No GP de Europa disputado neste domingo (24), o piloto da Ferrari largou em 11º, fez uma ótima corrida e contou com a sorte para conseguiu vencer a segunda prova na temporada. De maneira espetacular, o bicampeão mundial de Fórmula 1 reagiu bonito após ficar com posição ruim no treino classificatório e viu o alemão Sebastian Vettel (RBR), pole position, abandonar a prova.
Depois de oito corridas, um corredor conseguiu conquistar a segunda vitória. Antes, a F-1 tinha tido sete vencedores diferentes. Kimi Raikkonen (Lotus-Renault) e Michael Schumacher (Mercedes) completaram o pódio.
Entre os brasileiros, Bruno Senna (Williams) foi melhor. APós ter largado em 14º, ele chegou na décima posição. Já Felipe Massa, companheiro de Alonso na Ferrari, largou em 13º e terminou a corrida em 16º. Os dois brazucas da F-1 foram prejudicados por incidentes envolvendo o japonês Kamui Kobayashi, da Sauber.
Confira a classificação final do GP da Europa
1 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1h44m16s449
2 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - a 6s421
3 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) – a 12s639
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) – a 13s628
5 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) – a 19s993
6 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 21s176
7 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) – a 22d886
8 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – a 24s653
9 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 27s777
10 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) – a 35s900
11 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - a 37s000
12 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – a 54s630
13 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) – a 1m15s871
14 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) – a 1m34s654
15 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) – a 1m36s565
16 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a uma volta
17 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) – a uma volta
18 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) – a uma volta
19 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) – a duas coltas
Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) – abadono na volta 41
Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) – abandono na volta 34
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – abandono na volta 34
Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) – abandono na volta 27
Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - não largou


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Justiça mantém Cachoeira preso @Reinaldo_Cruz @Goias_EC @Assuntosdegoias @QBTV2 @Qb_7 @CNN_BR @R49_

A Segunda Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) negou por unanimidade (três votos a zero) a libertação do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela Polícia Federale apontado como chefe de uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
O pedido de soltura julgado nesta quinta pelo TJ-DF se refere à Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal, realizada em abril e que apurou a tentativa de fraude em licitação no sistema de bilhetagem do transporte público.
Cachoeira foi denunciado em maio pelo Ministério Público do DF por formação de quadrilha e tráfico de influência.
O relator José Carlos Souza e Ávila votou para que Cachoeira continue preso. Para ele, "a influência do grupo denunciado impressiona."
"São fatos complexos pelo enorme envolvimento de agentes públicos de diversas cidades. [...] Pede-se a cautela do Poder Judiciário a fim de evitar que a soltura precipitada prejudique o processo", disse Ávila.
O relator afirmou que, com a soltura, haveria "sério risco de os ilícitos serem retomados".
Após o desembargador Roberval Belinati afirmar que acompanharia o voto do relator, a mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, deixou a sessão da Segunda Turma Criminal do TJ-DF.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Juiz marca depoimento de Cachoeira @Reinaldo_Cruz @Goias_EC @Assuntosdegoias @QBTV2 @Qb_7 @CNN_BR @R49_


O juiz Alderico Rocha Santos, novo responsável pelo processo envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira, marcou para os dias 24 e 25 de julho o depoimento do contraventor e de outros sete réus no processo. A definição sobre a data do depoimento ocorre menos de um dia após a indicação de Rocha Santos para o caso.
No final do mês passado, o desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), cancelou as audiências nas quais Cachoeira e os outros réus seriam ouvidos pelo então juiz Paulo Augusto Moreira Lima, que pediu afastamento do caso.
Alderico Rocha Santos assumiu o processo após o juiz Leão Aparecido Alves, titular da 11ª Vara, onde corre o processo, ter se declarado suspeito de conduzir o caso. Leão é amigo de um dos investigados, o empresário José Olímpio de Queiroga Neto, suspeito de ser o responsável pelo gerenciamento das casas de jogos de Carlinhos Cachoeira no entorno do Distrito Federal.
O troca-troca na Justiça se deve às ameaças recebidas pelo juiz Paulo Augusto Moreira Lima, responsável pela Operação Monte Carlo e que determinou a prisão de Carlinhos Cachoeira no fim de fevereiro. Lima se afastou do caso mesmo após ter pedido reforço em sua segurança pessoal.
Em ofício encaminhado ao corregedor-geral do TRF1, Carlos Olavo, o juiz Moreira Lima relata que segue esquema rígido de segurança por recomendação da Polícia Federal, mas revela que sua família foi abordada por policiais e diz que foi alertado da possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses.
Nesta quarta-feira, Rocha Santos divulgou nota afirmando que vai acelerar a tramitação da ação e que deve finalizar a primeira parte do caso até julho. De acordo com o comunicado, como o magistrado ainda não deixou o posto no qual é titular, na 5ª Vara Federal Criminal em Goiás, há outros compromissos agendados no segundo semestre, além de férias.
"Este juiz, salvo no mês de julho, não poderá instruir o feito nos meses subsequentes em razão do preenchimento da pauta de audiências nos processos de seus ofícios e de férias regulamentares", justificou Rocha Santos.
O magistrado assume o caso com 53 volumes para ler. Nessa fase de instrução, ele terá de avaliar as provas colhidas pela Polícia Federal e ouvir os depoimentos de testemunhas e réus. A partir de agosto, segundo a nota do magistrado, os advogados farão as alegações finais e o juiz fará seu voto. "Serão asseguradas todas as garantias constitucionais e legais dos acusados, já que haverá tempo suficiente para o estudo do processo", detalhou Rocha Santos.
Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.
Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira e o senador democrata Demóstenes Torres (GO). Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.
Nos dias seguintes, reportagens dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo afirmaram, respectivamente, que o grupo de Cachoeira forneceu telefones antigrampos para políticos, entre eles Demóstenes, e que o senador pediu ao empresário que lhe emprestasse R$ 3 mil em despesas com táxi-aéreo. Na conversa, o democrata ainda vazou informações sobre reuniões reservadas que manteve com representantes dos três Poderes.
Pressionado, Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado em 27 de março. No dia seguinte, o Psol representou contra o parlamentar no Conselho de Ética e, um dia depois, em 29 de março, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de seu sigilo bancário.
O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), anunciou em 2 de abril que o partido havia decidido abrir um processo que poderia resultar na expulsão de Demóstenes, que, no dia seguinte, pediu a desfiliação da legenda, encerrando a investigação interna. Mas as denúncias só aumentaram e começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas.

Após a publicação de suspeitas de que a construtora Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, faça parte do esquema de Cachoeira, a empresa anunciou a demissão de um funcionário e uma auditoria. O vazamento das conversas apontam encontros de Cachoeira também com os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás. Em 19 de abril, o Congresso criou a CPI mista do Cachoeira.



Novo juiz para o Caso Cachoeira @Cnn_br @Reinaldo_Cruz @QBTV2 @R49_ @Assuntosdegoias @qb_7 @Goias_ec

O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador federal Mário César Ribeiro, designou um novo juiz para cuidar do processo envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Alderico Rocha Santos, titular da 5ª Vara Federal Criminal de Goiás, é o terceiro juiz à frente do caso.
O magistrado assume a relatoria da investigação após o juiz Leão Aparecido Alves, titular da 11ª Vara, onde corre o processo, ter se declarado impedido de assumir o caso. Leão é amigo de um dos investigados, o empresário José Olímpio de Queiroga Neto, apontado como o responsável pelo gerenciamento das casas de jogos de Carlinhos Cachoeira no entorno do Distrito Federal.
O troca-troca na Justiça se deve às ameaças recebidas pelo juiz Paulo Augusto Moreira Lima, responsável pela Operação Monte Carlo e que determinou a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira no fim de fevereiro. Lima se afastou do caso mesmo após ter pedido reforço em sua segurança pessoal.
Em ofício encaminhado ao corregedor Geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Carlos Olavo, o juiz Paulo Augusto Moreira Lima relata que segue esquema rígido de segurança por recomendação da Polícia Federal, mas revela que sua família foi abordada por policiais e diz que foi alertado da possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses.
Nesta terça-feira, a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou que vai investigar as ameaças feitas ao juiz Moreira Lima e as relações entre o juiz Leão Alves e um dos réus da Operação Monte Carlo.
Nesta quarta, às 10h, Eliana Calmon vai se reunir em Brasília com os magistrados e o presidente da da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Nino Toldo, para tratar do assunto.


sábado, 16 de junho de 2012

República Tcheca elimina anfitriã Polônia @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @R49_ @QBTV2 @QB_7 @Goias_ec

Além da eliminação em casa, os poloneses deixam o torneio sem vitórias. Isso sem falar que nos dois jogos que empataram chegaram a estar na frente no placar.
Precisando da vitória de qualquer maneira, a Polônia partiu para um jogo agressivo. Logo com dois minutos Dudka acertou a rede de Cech, pelo lado de fora, em tentativa de bicicleta.
Atacando com velocidade, os poloneses iam levando muito perigo ao gol tcheco. Lewandowski e Blaszczykowski tiveram chances claras de marcar e não o fizeram.
A intranquilidade polonesa contrastava com a calma adversária. Aos poucos o meio de campo tcheco foi conseguindo reter a bola. As jogadas de ataque, principalmente com Pilar, começaram a aparecer e Tyton viu sua meta ameaçada. Se o atacante Baros estivesse em seus bons tempos, de quando começou a carreira, e a República Tcheca teria marcado.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

CPI vota quinta quebra de sigilo de Perillo @Reinaldo_Cruz @QBTV2 @R49_ @QB_7 @Assuntosdegoias @CNN_BR

Governador Marconi Perillo depôs na CPI do Cachoeira
Perillo e Agnelo ao lado da Presidenta Dilma em Brasília
O relator da CPI do Cachoeira, deputado federal Odair Cunha (PT-MG), afirmou nesta terça-feira (12) que na próxima quinta (14) será analisado o pedido de quebra do sigilo telefônico do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). De acordo com Cunha, a versão dada por Perillo sobre a venda de sua casa é diferente do que aponta a Policia Federal.
A CPI investiga as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários e, nesta terça, ouviu por mais de 8 horas o governador de Goiás. Ele negou envolvimento pessoal com o contraventor e também rejeitou suspeitas de que o grupo que explorava o jogo ilegal no estado tivesse algum tipo de influência em sua gestão.
Ao propor a quebra de sigilo telefônico durante a sessão desta terça, Cunha causou tumulto com parlamentares do PSDB, que se dirigiram aos gritos ao relator. "Ele [Perillo] não é investigado.
[...] O relator se perde, ele está aqui como testemunha", gritou o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP).
Cunha rebateu enfatizando conclusão da PF de que Cachoeira seria o real comprador do imóvel. "Temos uma versão dos fatos que é dada por Perillo. Ele diz que vendeu a casa para Garcez, que vendeu para o Walter Paulo. A investigação da Policia Federal aponta que essa casa foi comprada pelo senhor Carlos Cachoeira, que teria pago pelo seu sobrinho", disse o relator após o encerramento da sessão.
O relator também informou que outros depoimentos e quebras de sigilo servirão de base para a elaboração do documento final da CPI. "A investigação esta em aberto e nós vamos investigar quem está com a verdade, se o governador Marconi Perillo ou se a Polícia Federal", declarou.
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse ser "urgente" a quebra de sigilo da empresa que emitiu os três cheques de pagamento da casa de Marconi Perillo, a Excitant Indústria e Comércio de Confecções. Ele defendeu também a quebra de sigilo do governador. “Fica urgente que, na sessão de quinta-feira, nós quebremos o sigilo bancário e fiscal da Excitant”, afirmou Rodrigues ao deixar a CPMI.

Lula
Cunha ainda, negou ter recebido orientações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a sua atuação na CPI. "Não recebi ligação do presidente Lula nem antes nem durante o processo (da CPI)", disse o deputado.
Durante o depoimento, parlamentares ligaram a convocação de Perillo a uma suposta intenção do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ofuscar o julgamento do mensalão, marcado para agosto no Supremo Tribunal Federal. Eles alegam que Perillo está sendo perseguido por ter supostamente alertado o ex-presidente antes do escândalo, em 2005.

Agnelo
Ao final do depoimento, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), disse que tem confiança na "qualidade do depoimento" de Perillo e provocou os petistas ao lembrar que nesta quarta-feira (13) será a vez de o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, prestar esclarecimentos à comissão. "Vamos nos preparar amanhã e ver se o PT tem a mesma segurança no seu governador".
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, desqualificou as denúncias contra Perillo e disse que os petistas "levaram um banho total". "Não tem denúncia objetiva, não tem nada. Isso é tudo conversa, é tudo marola, espuma. Os fatos são absolutamente irrelevantes, não são consequentes, não são contundentes, não são provados. São versões atribuídas a pessoas vagas a situações também vagas", disse.
Já o vice-presidente da CPMI, Paulo Teixeira (PT-SP), afirmou que o depoimento não foi suficiente para tirar todas as dúvidas em relação à participação do governador nas atividades de Carlinhos Cachoeira. "A questão da casa não está resolvida. Porque cada dia mais prova que é um dinheiro da Delta e da organização do Carlos Cachoeira. Então tem que aprofundar as investigações".
Para Cândido Vaccarezza (PT-SP), Perillo ainda tem muito o que explicar sobre a venda de sua casa. "Quem acusou o governador Marconi foi a Polícia Federal. A sociedade e a CPI terão muito ainda o que investigar. É claro que não foram suficientes as explicações sobre a casa", declarou o deputado.

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terça-feira, 12 de junho de 2012

Perillo diz: "Cachoeira tinha livre trânsito em GO" @Reinaldo_Cruz @QBTV2 @QB_7 @Assuntosdegoias @R49_

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirmou nesta terça-feira (12) que não via Carlinhos Cachoeira como contraventor quando lhe telefonou para cumprimentá-lo pelo seu aniversário e nas vezes em que se encontraram pessoalmente.

O tucano disse que via Cachoeira como dono de um dos maiores laboratórios farmacêuticos da região Centro-Oeste, o Vitapan. "Eu não estava telefonando ali para um contraventor, mas para um empresário que atuava no ramo de produção de medicamentos", disse o governador.

O nome de Cachoeira, contudo, não consta dos registros oficiais da empresa, registrada em nome da ex-mulher e de um ex-cunhado.

Perillo, que depõe na CPI que investiga as relações de Cachoeira com políticos, afirmou que o empresário tinha livre trânsito na classe política goiana. No entanto, não se incluiu nesse grupo.

"Nunca mantive nenhuma relação de proximidade com o empresário Carlos Cachoeira. Embora fosse ele uma pessoa de livre trânsito com políticos do meu Estado, com a sociedade, com as elites, porque ele era uma pessoa rica", disse o governador goiano.

Em 14 de maio, a Folha mostrou que Perillo atuou diretamente para evitar uma ruptura com Cachoeira. O empresário se revoltou com decisões do governo do tucano, e, em julho, mandou recados por meio do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), do auxiliar Wladimir Garcez e do ex-presidente do Detran Edivaldo Cardoso, no sentido de que "largaria de mão" o governo Perillo. Depois, o tucano buscou fazer um acordo com o empresário, conforme indicam gravações telefônicas realizadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.

No início de seu depoimento, Perillo se disse vítima de injustiças e criticou a publicação de reportagens, segundo ele, descontextualizadas. "Não conheço algo parecido no país desde que reconquistamos a democracia", disse.

O governador chegou a se comparar aos ex-presidentes Getúlio Vargas e João Goulart, além de vítimas de acusações publicadas na imprensa e que depois provaram ser inocentes, como o ex-deputado federal Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).

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Fonte: Folha de S. Paulo



domingo, 10 de junho de 2012

Álvaro Dias diz que Cachoeira é a Delta @Aparecida_ @Reinaldo_Cruz @r49_ @qb_7 @qbtv2 @assuntosdegoias



sábado, 9 de junho de 2012

Vitória bate o Boa e vai p/G4 @Reinaldo_Cruz @Goias_EC @qb_7 @R49_ @Aparecida_ @Assuntosdegoias @QBTV2

O Vitória novamente utilizou a bola parada para pontuar no Brasileiro da Série B. Dessa vez, a equipe aproveitou duas faltas na entrada da área do Boa Esporte para marcar os gols que garantiram o triunfo por 2 a 1 sobre a equipe mineira, nesta sexta-feira, em Varginha.


sábado, 2 de junho de 2012

@Flamengo_r10_ convoca a nação p/ guerra contra @10Ronaldinho_ @SC_Corinthian_s @Reinaldo_Cruz @QB_7

No dia seguinte à conturbada saída de Ronaldinho Gaúcho do Flamengo, cobrando uma dívida de R$ 40.177.714,00 do clube na Justiça, Patricia Amorim tomou à frente do caso. Após um pronunciamento na manhã desta sexta-feira, onde disse que a luta estava apenas começando, a presidente rubro-negra gravou um vídeo para a TV Fla, onde pede uma mobilização da torcida contra o jogador e de apoio ao time (veja ao lado).
- Essa é uma causa de todos nós. Vamos fazer mobilização nacional. Em cada canto que o Flamengo jogar, incentivar o nosso time e mostrar que o Flamengo é muito maior do que qualquer jogador, qualquer dirigente, do que qualquer passagem. O Flamengo, sim, é eterno.
Durante o discurso, ela também solicitou apoio jurídico e se apoiou na história do cube para se mostrar otimista frente à batalha judicial contra R10.
- A mobilização é nacional. Junto aos tribunais, junto aos advogados... O Flamengo hoje trabalha e vence causas trabalhistas, cíveis, de várias naturezas. Busca soluções para assuntos que há mais de 20 anos não eram solucionados. E devemos a você essa satisfação. Essa luta está apenas começando, e o Flamengo merece quem queira estar no Flamengo.



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Eleitor: O Juiz do próprio destino @SC_Corinthian_s @Reinaldo_Cruz @10Ronaldinho_ @QB_7 @Flamengo_r10_


Reinaldo Cruz
Editor Questão Brasil
O Brasileiro que só reclama da política e dos políticos teve uma grande oportunidade de reduzir os índices de corrupção, ou até mesmo extingui-la no Brasil, que foi quando veio à tona o absurdo escândalo do mensalão.
Aquele era o momento de dar um basta botar corruptos atrás das grades, e exigir transparência e ética na política.
Mas o que aconteceu com aquela oportunidade ímpar?
Assistimos a tudo pacificamente, e vimos o então Presidente Lula dizendo que aquilo que estava acontecendo, pegando principalmente os membros da alta cúpula do PT, era normal e acontecia com todos os partidos.
Como esquecer aquela entrevista direto de Paris?
E depois ter que assistir o mandatário máximo do país dizendo que não sabia de nada, e pior dando apoio moral até hoje para todos os envolvidos.
Os políticos, sem distinção de partido ou ideologia, entenderam o feedback? TA TUDO LIBERADO.
Enquanto Lula jurava de pés juntos que não tinha conhecimento de nada o que acontecia em seu governo, enaltecia o trabalho da Polícia Federal, dizendo que nunca antes na história deste país a PF trabalhará tanto.
A Impunidade gera a continuidade e o aumento da corrupção.
Não é uma questão de ideologia, mesmo por que isso é artigo de luxo na política brasileira. Seja PT, DEM, PSDB, PMDB, PL ou qualquer outra legenda de aluguel. Se errar ou roubar, tem que ir para a cadeia.
A quebra dos sigilos bancários, fiscais, telefônicos de todo e qualquer suspeito de envolvimento nos últimos 10 anos, esclareceria muita coisa e complementaria as informações de que já dispõe a Polícia Federal.
Espero sinceramente que não façam da CPMI do Cachoeira, mas um circo que ao invés de risos, produzam apenas PIZZAS e lagrímas.
O julgamento do mensalão precisa ser realizado com urgência e as jurisprudências venham ser aplicadas aos mal feitores do caso Cachoeira, independente de quantos Perillos, Lereias e Demóstenes estejam envolvidos.
Se isso for utopia, você cidadão que é eleitor, pode ser o Juiz da sua própria história e ajudar a limpar o Brasil nas eleições que estão por vir.
Pense nisso.



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